sem compromisso
sábado, 15 de setembro de 2012
não quero respostas. não quero conversas. não quero mensagens de boa
noite, nem um "tenho saudades tuas" não acompanhado de um "como faço
para te ver?". acho que chega! só quero que entendas que não te vale de
nada prometeres tudo e encheres uma pessoa de ilusões quando no fundo
não vão passar disso, apenas promessas. chega, não achas? burra sou eu
que ainda me deixo levar por uma simples frase, ou uma simples música.
sou rapariga, entende-se que seja assim. já entendemos que não
conseguimos ser simples amigos. é oito ou oitenta. e sendo assim,
fiquemos pelo oito. vai custar mas vai passar. acabou. eu não quero mais
estas agitações da adolescencia. quero, mas não seres tu o causador.
tudo tem um fim. e chegou o nosso. esquece todas as promessas, esquece
todos os momentos, esquece os maus momentos e que tenhas saudades dos
bons. pode ser que da próxima vez que passar uma princesa pela tua vida,
não cometas o mesmo erro. não estou a dizer que o "nós" foi um erro,
mas o segundo "nós" acabou por ser. acontece. errei mas aprendi.
obrigada desde já por me deixares aprender alguma coisa. sei que vamos
estar sempre lá um para o outro quando nós precisarmos. mas também não
seremos a primeira opção. quando eu precisar, tenho os meus amigos para
me apoiar, aqueles que estão lá para mim e se me magoam, é daquelas
feridas que é fácil de sarar. mas claro, sempre que ninguém te ouvir
podes mandar mensagem ou ligar. continuo aqui, a frequentar os mesmo
siítios e a fazer as mesmas coisas. se for para coisas sem importancia,
não me ligues. ainda gosto muito de ti, mas por pouco tempo.
domingo, 8 de julho de 2012
quinta-feira, 3 de maio de 2012
domingo, 15 de abril de 2012
Amanhã é a conversa. A conversa. Basicamente já sei para o que vou, mas vou tentar não vacilar. És uma pessoa encantadora e de certeza que vamos dar-nos bem a seguir. Basicamente só vamos dizer por teoria aquilo que na prática já aconteceu à muito tempo atrás. Muito tempo, como quem diz, um mês. Sim, faz hoje um mês que eu tive contigo pela última vez. Passa rápido este tempo, mas andei tranquila todo este tempo. Só não entendo porque é que queres chorar, tens vontade de chorar. Eu é que devia já me estar a desfazer em lágrimas, mas nem por isso, estou super tranquila. Não te mandei a mensagem para me despedir de ti. Mandei para que entendesses que eu já sabia que tinha sido o fim. Gosto muito de ti, sabes bem disso, e desejo-te tudo de bom neste mundo! E até podes não ser uma boa pessoa para eu me apaixonar, mas és uma boa pessoa, acredita no que te digo. Quero agradecer-te por tudo o que passei contigo e fica a saber que me sentia muito bem a teu lado. Obrigada por todo o mimo e carinho, obrigada por todas as conversas e pelo o bem que me fizeste sentir. Obrigada por todas as chamadas de boa noite e mensagens de bom dia. Obrigada por tudo o que me ensinaste e me deixaste aprender contigo. Obrigada, de coração. Espero que consigas tudo aquilo que tanto queres e que algum dia receba a tua mensagem a dizer: "consegui!". Espero poder mandar-te o mesmo, a sério. Quero que saibas que tens aqui uma amiga sempre que precisares, para o que precisares e qualquer coisa, tens o meu número.
quarta-feira, 28 de março de 2012
Acabou não é? Chegamos ao fim! Tudo o (pouco) que tínhamos, já não temos. Não estou preocupada, porque ao contrário do que tu possas pensar, eu não estou apegada a ti. Mas pronto, a partir de agora não te digo mais nada. E sei que não me vais dizer. Orgulhoso como tu és nunca mais me dizes nada. Mas um dia mais tarde haveremos de ter uma conversa. Obrigada por todo o mimo, todo o carinho e apoio, obrigada por me fazeres bem, fazeres com que me sentisse bem. Obrigada por estares comigo e me ensinares muita coisa. Obrigada pelos maravilhosos quatro meses. A partir de agora é contigo.Desejo-te toda a felicidade do mundo. Quero que consigas atingir todos os objectivos e consigas concretizar todos os teus sonhos. Obrigada mais uma vez por me deixares fazer parte da tua vida. A única explicação que queria era o porquê de me tratares por nomes carinhosos quando as coisas já não estão bem. Quando já não me ligas, nem dizes nada. Sei que fui eu que fiz cenas, mas não precisavas de te afastar assim. Gosto de ti, gosto muito de ti.
terça-feira, 27 de março de 2012
E hoje recordo. Era tão bom quando me ligavas estivesses onde estivesses. Fosse para que fosse. Às vezes só era para desejar uma boa noite ou mandar um beijo. Eram chamadas ou mensagens repentinas que nos uniam quando não estavamos perto e foi isso que nos fez aproximar um do outro. Tudo isso que agora não existe. Posso dizer que foram quatro meses bons, em que me senti bem e preenchida. Foi um sonho, um bom sonho. Dizias que não precisavamos de sonhar um com o outro, eramos realidade, dizias. Mas deixamos de o ser. A realidade transformou-se no sonho. Andei iludida. Eras diferente. Mas agora já me habituei a viver sem ti e sem o teu nome escrito no meu telemóvel. Já não estamos juntos, e já me custou mais dizer isto. Mas agora eu renasço e penso que quem fica a perder és tu. Mais tarde, quando tudo isto acabar de vez - sim, porque ainda me sinto tua - eu vou ter que te pedir para me explicares o que aconteceu. Se foi só o medo de me magoares, ou a falta de vontade de continuar a ter um segredo, comigo. "Ou vai, ou racha." e neste caso, rachou.
“Sei que um dia te vais lembrar de mim, e os números da tua agenda passarão claramente à tua frente e não terás nenhum para marcar. talvez até tentes o meu, mas até lá posso não te atender e talvez aquele já nem seja o meu número. vais tentar chamar alguém, mas não haverá ninguém que largue tudo para te ir dar um abraço. nessa fracção de segundo, quando os teus pés perderem o chão, vais-te lembrar do meu carinho e do meu sorriso inocente. virão súbitas memórias dos nossos momentos. e só haverá uma música a repetir no teu rádio: a nossa. e num novo momento vais sentir um aperto no peito, uma pausa na respiração e vais torcer bem forte para ter o nosso mundo de volta. […] o nome disso é saudade, aquilo que eu tinha tanto e te falava sempre. quando finalmente bateres na minha porta ela estará trancada, ou se aberta, mostrará uma casa vazia. os teus olhos vão ensinar-te o que são lágrimas, aquelas que eu te disse que ardiam tanto. e vais lembrar-te das nossas conversas, da minha inocência que ria de tudo o que dizias, do meu jeito te tentar fazer feliz. o nome do enjoo que vais sentir é arrependimento e a falta de fome será a tristeza, a mesma que eu senti por tanto tempo. um dia quanto te deitares e olhares para o tecto do teu quarto escuro, vais-te lembrar que as estrelas poderiam lá estar para iluminar as tuas noites frias, mas tudo o que vais ver é a escuridão. e quando os dias passarem e eu não te ligar, quando nada de bom te acontecer e ninguém te olhar como eu olhava, vais encontrar a solidão. e vais ver que diante de tudo isso, alguns dos meus defeitos poderiam ter sido perdoáveis.”
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Portas trancadas ponho a chave na igniçao
Vou ser multado por excesso de tesão
Fazendo manobras que mais ninguém conhece
Curvas apertadas baralham-me o GPS
Sigo o teu perfume como se fosses um mapa
Estrada tão molhada o carrinho até derrapa
Desliga o telefone para não haver interferencias
Pergunta o que quiseres eu respondo reticências...
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
é tão bom, tão bom poder sentir-te perto de mim. tão bom poder tocar-te sem qualquer tipo de medo. é tão bom, quando não estamos juntos, ter direito a uma chamada telefónica de uma hora, meia hora, ou só mesmo para desejar boa noite. é bom quando me ligas e estás com os teus amigos mas fizeste uma pausa para ouvirmos a voz um do outro. é tão bom vir com o teu cheiro apegado a mim. é tão bom conhecer-te aos poucos sem qualquer tipo de compromisso e não nos precipitarmos. é tão bom o teu carinho, o teu mimo, as tuas brincadeiras, as tuas conversas sérias, as tuas conversas com pés e cabeça. é tão bom ver imagens no tumblr e poder imaginar-me nelas, contigo. é bom sermos um segredo. é bom sermos a realidade que somos. é bom dizermos um ao outro aquilo que gostamos ou não. é bom entendermos todos os pontos. é tão bom tu me fazeres bem. fazes-me bem. entendemos perfeitamente que não é para sempre, mas enquanto durar é tão bom.estamos bem e isso é o que importa. porque eu quero cuidar de ti e quero que cuides de mim. é tão bom toda a tua preocupação quando a minha voz não é a mesma, e conheces-me à meses. é tão bom aquilo que temos que, sem nos precipitarmos, está a acontecer. existe respeito, amizade, carinho e ternura.existes tu e eu. não precisamos que meio mundo saiba, não precisamos de ser tratados com um nome especifico ou então mudar os nossos estados no facebook. isso não importa. nada muda com isso. o que importa é aquilo que sentimos um pelo outro e a confiança que temos um no outro. ambos sabemos disso, e nada mais importa.
Subscrever:
Comentários (Atom)








